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Vítima de exploração sexual pede socorro | BlogPop, Feito por Anônimos

Vítima de exploração sexual pede socorro

@BrunoSwell 08/06/2009 1

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Vítima de exploração sexual pede socorro

Descoberto no RS esquema de tráfico de pessoas.

Exclusivo! Veja um pedido de socorro de uma jovem que não aguenta mais ser explorada. Domingo passado, depois de ver a reportagem “Meninas do Brasil”, no Fantástico, ela decidiu pedir ajuda.

A moça estava em uma boate no Rio Grande do Sul. A polícia foi até lá e encontrou um cenário assustador. A reportagem é de Francisco Regueira e Paulo Renato Soares.

Agentes federais seguem em comboio à procura de jovens vítimas de exploração sexual. A Rodovia 453, em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, é o endereço de uma casa de prostituição investigada por fazer parte de um esquema de tráfico de pessoas.

“O cliente fecha a conta. Tem anotado embaixo o valor do quarto mais o valor do programa. O cliente paga para o dono”, conta uma jovem.

A operação é resultado de um pedido de socorro. Depois de assistir, domingo passado, à reportagem em que uma mãe pedia R$ 500 para vender a própria filha, uma jovem procurou o Fantástico. Por telefone, ela denunciou que vivia em cárcere privado na boate gaúcha e que fazia programas sexuais para pagar dívidas com os donos do lugar.

Repórter: Você está podendo falar ou tem alguém perto de você?
Menina: Tem, tem gente perto.
Repórter: Então, deixa eu perguntar umas coisas. Você fala sim ou não. Você está com dívida aí com a mulher?
Menina: Sim.

Ela foi aliciada na cidade em que vivia, a mais de dois mil quilômetros de Bento Gonçalves.

Repórter: Você quer vir embora?
Menina: Quero.

“Neste momento, nós temos reféns em vários lugares do Brasil, dentro de casas de prostituição, de massagem ou em vários lugares”, afirma a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), relatora da CPI contra a exploração sexual.

O Fantástico a denúncia à Polícia Federal. Ao todo, 20 agentes cercaram a boate na sexta-feira passada (5) e encontraram 16 garotas. Além dos quartos para programas sexuais, os donos mantêm nos fundos da boate um alojamento. São pequenos dormitórios onde as jovens podem passar a noite ou até morar.

Não há ventilação, nem higiene. O espaço é mínimo. Era assim que vivia a moça que pediu ajuda. Ela estava assustada, chorando muito, mas convicta.
“Não quero mais essa vida para mim”, disse a menina.

Se a polícia não tivesse chegado, a jovem teria de pagar R$ 1,5 mil para conseguir a liberdade de volta. A origem da dívida estava ali mesmo, dentro da casa de prostituição.

O que também chamou a atenção dos agentes foi uma espécie de loja que fica atrás da boate, com maquiagem, perfume e roupas – produtos que seriam vendidos apenas para as garotas de programa. A lojinha tem preços altos. Uma calça, por exemplo, custa R$ 219; uma sandália, R$ 320; e um casaco, R$ 350.

Cadernos encontrados na boate revelam que, mesmo fazendo vários programas por noite, as garotas recebiam pouco. A maior parte do dinheiro era para abater as dívidas. Só de uma jovem, os donos queriam receber R$ 10 mil.

“Eu fiz um acordo para pagar por mês R$ 200 ou R$ 300”, estima a jovem.

“Essa divida é impagável. Dessa forma, então, elas acabam vivendo numa situação semelhante mesmo a escravas”, afirma o delegado da Polícia Federal Noerci da Silva Melo.

O dono da boate e a mulher dele já tinham sido presos em 2005, acusados de tráfico de pessoas e de manter mulheres em condições de escravidão. Foram absolvidos em primeira instância, mas o Ministério Público recorreu.

Repórter: Quanto tempo você mantém esse negócio?
Roque Milani, dono da boate: Oito anos.
Repórter: Você voltou a abrir a boate por quê?
Roque Milani: Por quê? Vocês não fecharam a boate?

Quando achou que a câmera estivesse desligada, Roque Milani, que agora foi preso em flagrante, tentou se defender. “Tem tanta gente errada nesse mundo aí. Se eu estou errado, me condene”, disse.

As garotas de programa prestaram depoimento e receberam ajuda para voltar para casa. Para a polícia, o silêncio é a maior dificuldade para combater esse tipo de crime.

“Quem me garante que eu vou embora e eles não podem me procurar depois?”, pergunta uma jovem.

A jovem que pediu socorro está no Programa de Proteção à Testemunha e foi levada para outro estado.

“A esperança que se tem é de que essas pessoas sejam efetivamente punidas, como outras também que tentem praticar essas atividades ilícitas”, afirmou o delegado da Polícia Federal Noerci da Silva Melo.

Fonte: Fantástico


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